Seu sistema registra.
O SIGEMED diz o que fazer.
Sistema de gestão para secretarias municipais de saúde: reúne o que hoje está em telas separadas e avisa, em ordem de impacto, o que pede atenção hoje — com a próxima ação já indicada.
Cada município com seus dados isolados e auditáveis.
Um sistema de gestão que não para em registrar.
Os sistemas que a secretaria já tem guardam bem a informação — e avisam mal. O medicamento vence no fundo da prateleira, o prazo do SUS passa em silêncio, o repasse entra menor do que podia. O SIGEMED junta seis frentes que hoje vivem em telas separadas e cruza os dados.
A Central de Decisão: uma fila diária ordenada por impacto, em que cada alerta já chega com a próxima ação indicada e leva direto à tela onde a decisão acontece.
O sistema busca sozinho, em fontes públicas oficiais — federais, estaduais e do próprio município —, aquilo que hoje alguém copia de portal em portal, e cruza com o que a secretaria lança no dia a dia. Cada número aparece com a fonte e a data.
Em construção e em evolução contínua, com um ambiente de demonstração completo e funcionando. Demonstração com horário marcado, presencial ou online.
AgendarCada setor com a sua tela.
O acesso é por perfil: cada pessoa vê o que é do seu setor e das unidades que a secretaria autorizar. Nada de um login único que enxerga tudo.
O que pede atenção hoje, em ordem de impacto — e o painel pronto para a reunião com a gestão municipal.
O estoque da rede inteira à vista, com validade acompanhada e o atendimento das unidades organizado.
Alimentos, higiene e limpeza, expediente e descartáveis — o mesmo cuidado do CAF, em estoque próprio.
O que foi contratado, o que já foi usado e o que está perto de acabar, do pedido à entrega conferida.
Pedir, receber, dar saída e conferir a prateleira — pela tela ou pelo celular, sem papel solto.
Cada serviço com o seu estoque e a sua produção, sem enxergar o que é do outro.
O que entrou, o que foi gasto e o que a prestação de contas vai pedir — com a fonte junto.
As duas listas — quem está na equipe e quem está declarado — conferidas sem mutirão de papel.
Perfil só de leitura e a trilha completa: quem fez, o que fez e quando.
Há ainda perfis de acompanhamento da gestão municipal, que veem a rede sem registrar nenhum ato, e perfis de setor específico. Quem vê o quê é a secretaria que decide, pessoa por pessoa.
Registrar é o começo. O difícil é saber o que fazer com o que foi registrado.
Os sistemas da saúde municipal guardam bem. Avisar, não. O custo aparece depois — e quase sempre em cima do prazo.

Vence sem ninguém ver
O medicamento passa da validade no fundo da prateleira — e o vencimento aparece só na hora de entregar.

O prazo passa em silêncio
24 horas, 10º dia útil, dia 20, 30 dias. Cada sistema do SUS com sua régua — e nenhuma delas na sua agenda.

O repasse que não veio
O dinheiro do bloco entra menor do que podia e a explicação leva meses para chegar, se chegar.

Duas listas que não batem
Quem está no CNES é quem está na folha? A conferência fica para quando sobrar tempo — e nunca sobra.
O alerta não para no aviso: ele diz o que fazer.
Nada de número solto. Cada sinal explica o que está acontecendo, o que isso custa se ficar como está e qual é a saída possível — e leva direto à tela onde a decisão é tomada.
Chega explicado
Em vez de um número na tela, a frase do que está acontecendo — em português, com a fonte e a data juntas.
Vem na ordem certa
A fila do dia é ordenada pelo impacto, não pela data de cadastro: o que custa mais caro aparece primeiro.
Com a saída junto
Quando existe caminho, ele vem escrito — e o botão leva à tela onde se resolve.
O sistema sugere. Você decide.
Exemplo com dados fictícios
Fonte: movimentação da própria secretaria · atualizado hoje
Do estoque ao repasse, num só painel.
Seis frentes que hoje vivem separadas. No SIGEMED elas conversam — e é desse cruzamento que sai o alerta.
Reduza perdas e saiba onde está cada item.
Vence numa unidade e acaba em outra: cada estoque deixa de ser uma ilha. O sistema enxerga lote, validade e ritmo de consumo de todas as unidades ao mesmo tempo.
- A validade avisa antes, em vez de aparecer no balcão.
- Quem está perto de ficar sem e quem tem sobra na mesma tela.
Cada estoque é uma ilha. O vencimento aparece só na hora de entregar.
O sistema avisa antes e sugere remanejar a tempo.
Acompanhe saldo, consumo e alerta de esgotamento.
Ata que vence sem aviso, entrega sem registro: aqui vigência, saldo, execução e recebimento ficam no mesmo lugar — do plano anual até a conferência item a item.
- Vigência e saldo à vista, antes de a compra parar no meio.
- Do pedido à entrega conferida, com o que ficou pendente escrito.
A ata vence sem aviso e a compra para no meio do caminho.
Vigência à vista, compra dentro do plano e entrega registrada.
Saiba onde as listas divergem antes da auditoria.
A ficha de cada unidade guardada no tempo e comparada com o quadro de pessoal, apontando o ponto que vale conferir — antes de a auditoria apontar.
- O que mudou na rede mês a mês: quem entrou, quem saiu.
- As duas listas comparadas, com o ponto de conferência apontado.
Duas listas que não batem e ninguém sabe onde conferir.
As listas cruzadas, com o ponto de conferência apontado.
Veja o que a rede produziu de verdade.
O que cada unidade atendeu, vacinou e produziu, mês a mês — ao lado do que foi reconhecido oficialmente. Quando a produção de um serviço some do registro, isso vira alerta, não descoberta no fechamento do ano.
- As duas pontas do mesmo fato lado a lado, sem uma virar a outra.
- Aviso quando um serviço para de produzir.
Exemplo com dados fictícios
Acompanhe o que entrou e o que ficou de fora.
O dinheiro que entra para a saúde e o que é feito dele, lado a lado, cada número com fonte e data — material direto para a prestação de contas.
- O que entrou mês a mês, direto da fonte oficial.
- O que o desempenho da rede pode estar deixando na mesa.
Descobrir tarde o repasse que não veio, sem saber por quê.
Saber o que entrou, o que falta e o que fazer a respeito.
Seja avisado antes de o prazo passar.
Prazo perdido ou prazo avisado: uma agenda única com a régua de cada sistema do SUS, o responsável de cada entrega e um semáforo honesto.
- Uma agenda só, com prazo e responsável de cada entrega.
- Um semáforo honesto: em dia, perto de vencer, atrasado.
O prazo passa em silêncio e o custo aparece depois.
Prazo à vista, responsável definido e entrega no dia.
O que pede sua atenção hoje.
A Central de Decisão abre com a fila do dia, ordenada por impacto. Cada linha leva à tela onde a decisão é tomada.
Exemplo com dados fictícios
O painel vira apresentação.
O Modo Reunião passa o mesmo painel em tela cheia, slide por slide, na reunião com a gestão municipal — sem montar apresentação na véspera.
Quem fez, o que fez e quando fez.
Sistema de administração pública precisa responder ao controle interno, ao Tribunal de Contas e à troca de gestão. Isso não é um extra: está na base.
Cada movimentação fica registrada com autor, data e o que mudou — entrada, saída, perda, contagem, pedido, decisão de compra. Na contagem, o sistema separa quem lançou de quem confirmou.
Do administrador ao perfil de consulta, que só lê. A secretaria define quais unidades cada pessoa enxerga, e a regra vale no servidor — não só na tela.
Senha guardada só como hash — nem a empresa consegue ver a sua —, troca obrigatória no primeiro acesso, limite de tentativas e sessões derrubadas quando a senha muda.
Cada município em base própria, sem mistura com a de outro. O tráfego é cifrado (HTTPS) e há backup automático diário.
O histórico não se apaga com a troca de secretário. A pedido do município, geramos o pacote de transição com o inventário e os dados em formato aberto.
Nas demandas judiciais, nome e CPF do paciente ficam restritos aos perfis que precisam deles (LGPD, art. 11). Gestão e auditoria veem prazo, item e custo sem identificação.
O ganho aparece no dia a dia, não no relatório.
Sem promessa de percentual: o que o sistema faz é tirar da memória de alguém aquilo que hoje só é lembrado quando já custou.
Quatro coisas que o SIGEMED não abre mão.
Painel bonito é fácil. Painel em que dá para assinar embaixo é outra história.
Princípio 1 de 4
Toda informação mostra de onde veio.
Fonte, competência, data da última atualização e o quanto dá para confiar.
Princípio 2 de 4
Sem dado, cinza. Nunca verde.
Um painel verde só porque ninguém lançou nada engana quem decide. Aqui a área sem informação aparece em cinza, com o motivo.
Princípio 3 de 4
O sistema sugere. Quem decide é a gestão.
Nenhum ato administrativo acontece sozinho.
Princípio 4 de 4
Variação não é irregularidade.
Quando um número muda, o SIGEMED escreve o que mudou e onde conferir — em vez de apontar o dedo.
O que a secretaria costuma perguntar.
Precisa instalar alguma coisa na prefeitura?
Não. O SIGEMED funciona pelo navegador, com endereço próprio do município e conexão cifrada. Não é preciso servidor na prefeitura nem instalação em cada computador. A contagem de estoque também roda no celular.
Tem limite de unidades ou de usuários?
Não há limite técnico: o município cadastra todas as unidades da rede. O que varia é o plano, dimensionado pelo número de unidades e de usuários — cada pessoa com o seu login e o seu perfil, sem senha compartilhada.
E os dados que a secretaria já tem hoje?
A rede de unidades entra a partir do cadastro oficial do próprio município, sem redigitação. O catálogo de medicamentos e materiais é carregado com conferência antes de valer.
O saldo começa por uma contagem física, feita com acompanhamento: é ela que vira o saldo real, em vez de arrastar número antigo que ninguém reconhece.
Com quais fontes oficiais ele conversa?
Com as fontes públicas oficiais da saúde e das contas municipais — federais, estaduais e do próprio município. O sistema busca sozinho o que hoje alguém copia de portal em portal e cruza com o que a secretaria lança. Na demonstração mostramos, com a sua rede, exatamente o que vem de cada lugar.
A conferência é diária e cada tela traz um botão para atualizar na hora. Fonte fora do ar aparece com a mensagem real e é tentada de novo depois — nunca vira número inventado.
São fontes de leitura. Envio a sistema federal que exige credencial própria do município é sempre ato do município.
Os dados são do município ou da empresa?
Do município. Cada um fica em base própria, isolada das demais, com backup automático diário. A pedido da secretaria, geramos o pacote de transição — inventário e dados em formato aberto — para levar na troca de gestão ou para onde o município quiser.
Quem pode ver o quê?
Quem a secretaria definir: o acesso é por perfil de setor e escolhido usuário por usuário, inclusive quais unidades cada pessoa enxerga. Existe perfil só de leitura para controle interno e auditoria, e toda movimentação fica na trilha com autor e data. Veja a seção Segurança e rastreabilidade.
Quer ver funcionando na sua secretaria?
Agende sua demonstração, com horário marcado. Presencial ou online, conduzida por quem construiu o sistema.
O botão já abre o e-mail com a mensagem escrita: é só enviar. Ou pelo Direct em @sigemedsigs.